Na terça dessa semana foi dia de encarar a avaliação física funcional, ou seja, dia de ser apertada por aquele aparelho torturador que é o adipômetro. Quem inventou isso? Quem? Juro que mato! Começou com o professor me fazendo ficar de frente, de costas, de lado pra avaliara postura. Nessa hora a coisa já começa a ficar feia porque tem que ficar de top e bermuda sem poder esconder nenhuma das muitas gorduras evidentes. Em seguida hora de encarar a temida balança. Quando subi na balança quase tive um treco quando vi que o meu peso aumentou. Isso mesmo aumentou dois quilos. Queria morrer tanto esforço correndo e malhando como nunca e eu engordei. o professor falou que era pra eu ficar tranquila que ele ia medir e ver o que aconteceu que os números na balança não diziam muita coisa. (Aham Cláudia, senta lá)
Vamos para o maldito adipômetro e ela vai medindo e anotando sem falar nada e eu tentando não olhar pra escutar a avaliação final, já me bastava a decepção na balança. Até que o professor chega para medir as coxas e ele solta "tá explicado, caraca você ganhou muita coxa"... "muita mesmo, que genética boa" (boa onde meu Deus?)... "caraca, você vai ficar igual a Valesca Popozuda" Nessa hora eu perguntei se isso era um elogio, porque tudo o que eu não quero é ficar parecida com isso.
A verdade é que teoricamente eu emagreci já que meu percentual de gordura reduziu, meu peso magro aumentou e o peso gordo diminuiu. Mas vai explicar pra uma mulher que quer perder peso na balança que aqueles dois quilos a mais são bons porque você está trocando gordura por músculos. Ainda não digeri essa não.
Só pra constar todas as minhas medidas diminuíram menos as coxas, que aumentaram 10 cm, 10 cm! Pode isso Arnaldo? O Mendel é que está adorando essa minha fase mais arredondada no bumbum e nas coxas. Pelo menos alguém tá feliz né?




