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É possível seguir a dieta viajando?

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Olá pessoal,

Semana passada fui à São Paulo, pra mim ir pra Sampa é sinônimo de comer e muito! Pelo menos era, dessa vez fiquei me controlando e evitando a todo custo o famoso almojanta (quando emendamos almoço, sobremesa e janta), ou seja, passamos o dia inteiro comendo.

Saí do Rio me preparando para não fazer a jaca de pantufa e seguir firme. Pra quem não conhece São Paulo, lá é o paraíso das pessoas que gostam de comer bem, cada restaurante e doceria de deixar qualquer um louco, sem contar as cantinas italianas. Fui achando que ficaria mal humorada e que não conseguiria acompanhar os meus amigos. Besteira, percebi que é possível sim sair pra comer e não passar fome e nem abusar. Na sexta a noite fomos a um restaurante super gracinha, meus amigos comeram uma tábua de frios gigante com tudo de bom e gorduroso e eu comi um creme de abóbora, basta olhar o cardápio com mais atenção, carinho e mente aberta.

O sábado foi o dia mais difícil, fomos à uma cantina italiana maravilhosa no sabor e no bolso. Dividi uma massa com uma amiga e depois fomos numa sorveteria e não teve jeito, aproveitei que era o meu dia de doce e me joguei. Escolhi dois sabores de sorvete e os dois de chocolate. Eu gosto muito ou pouco? No fim o saldo foi bem positivo e nem deu dor na consciência.

A única coisa que senti muita dificuldade foi em relação ao horário das refeições que é muito diferente deles e em alguns momentos tive uma baita dor de cabeça.

Todos os lugares abaixo são maravilhosos!

Cantina italiana: http://www.nellos.com.br/



Beijocas

A 25 de março.

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Olá pessoal,

Algumas pessoas me perguntaram sobre a 25 de março. Minha experiência foi curta porém intensa. Aquilo parece uma outra dimensão, é outro mundo! Confuso que só. Se você é morador do Rio e não gosta do tumulto do Saara, nem vá a 25.



Fomos em três, eu, Camilla e a Renata que foi de "guia", a Renata ADORA a 25 e os "coleanos", esses são extremamente mal educados e dependendo do lugar que você entrar é difícil encontrar um brasileiro, eu não me atrevia a pedir informações a eles. Eu quase "apanhei" de uma coleana ao tropeçar na sua muamba. Sério a mulher começou a me xingar sabe lá de que, fui embora sem nem olhar pra trás.


Indo para os populares.

Não consegui comprar o que eu queria, chegamos tarde por volta das 15h e as lojas começavam a fechar as 17h. A Camilla fez a festa e como ela ficaria mais tempo que eu na cidade paulista disse que voltaria.

Uma experiência que vivi foi inacreditável, em umas das primeiras lojas que entramos eu vi garçons passando com cachorro quente e sucos, fiquei algum tempo sem acreditar na cena que via. Lembrei que não tinha almoçado ainda, não me fiz de rogada e eu e a Renata aceitamos o lanche, a Camilla que evita tudo ficou olhando sem acreditar muito na nossa experiência antropológica. O lanche tava bom de verdade.

Continuamos a nossa caminhada e chegamos ao mercado municipal, nessa hora a fome já estava gigante, entramos e fomos para parte de cima onde ficam os barzinhos e pedimos os tradicionais lanches servidos ali. Eu fui de sanduíche de mortadela e a Camilla e a Renata de pastel de bacalhau. Saímos de lá já era noite e voltamos de metrô rindo e relembrando a nossa experiência com os populares.

Mercado municipal, desse eu gostei bastante.

Camilla fazendo escala.

Meu conselho. Se quer ir à 25, vá com alguém que conheça bem e de preferência faça um mapa de acordo com as coisas que você quer, pelo que eu entendi lá é meio compartimentado, cada rua ou conjunto de ruas vende uma determinada coisa e vá em mais de um dia, chegando cedo. A experiência valeu muito, mas agora eu entendo porque meus amigos paulistas fugiram do nosso programa e só a Renata topou, ela é Gaúcha que está voltando ao Sul e queria comprar umas "tranqueiras" que lá são bem mais caras.



Camilla, eu e Renata no mercado.

Beijocas

É bom demais!

9 comentários
Olá pessoal,

No fim de semana passado eu e o Mendel rumamos para São Paulo. Na segunda eu fui me aventurar na tão famosa 25 de Março e o marido sabiamente fugiu do meu programa de índio. Quando nos reencontramos a noite, recebi esse mimo.

Só pra constar, eu dividi a caixa com o Mendel.

Eu só conhecia a Maria Brigadeiro de revistas de noivas e o Mendel conhecendo a minha paixão por doces comprou essa caixinha fofa! Comemos tudo antes de chegar ao Rio.

Beijocas

Nossa cama é um latifúndio!

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Olá pessoal,

Mais uma semana lenta que se arrasta. Domingo depois de visitar mamãe no hospital fui deixar o Mendel no aeroporto. Se domingo já é um dia chato, fica pior ainda quando eu tenho que voltar para casa vazia. Nosso apartamento e um ovo! Só pra contrariar essa semana ele está enorme.

Dessa vez a gente fez diferente. A última vez que ele teve que ir à São Paulo, ele foi na segunda e voltou na sexta. Gastamos muito dinheiro, a gente queria ficar o menor tempo possível afastados. Isso fez com que fosse gasto dinheiro de taxi e vôo extra, o taxi pagamos porque o vôo saia muito cedo do Rio e ele não queria que eu dirigisse sozinha de madrugada e o vôo extra foi porque ele perdeu o avião mesmo saindo da USP duas horas e meia antes do horário do vôo. Como não estamos podendo desperdiçar, ele foi no domingo e volta no sábado.

Já está começando a bater aquela tristezinha da casa vazia, a cama fica tão grande e não tem o Mendel pra esquentar os meus pés, acabo demorando a dormir e fico com medo de alguns barulhos que a casa faz (coisa de louca?) Enfim o jeito é arrumar algumas coisas pra fazer fora do horário de trabalho e rezar pro sábado chegar mais rápido.

Mudando completamente de assunto, vocês viram o post que a Juju fez no blog dela sobre o nosso vídeo? Eu adorei e fiquei com os olhinhos cheios d'água aqui no trabalho. Brigada Juju.

Beijocas
 

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