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Stand up paddle

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Sempre que eu ia à praia eu via o pessoal fazendo e achava lindo. Ficava imaginando o como seria legal fazer aquele negócio. Só que eu sou uma total desajeitada pra essas coisas e uma surfista frustrada. Quando morei em Salvador tentei aprender a surfar, mas depois de tanto caldo desisti.

Até que compartilhei com o Mendel a vontade de fazer e ele se animou. Instituímos aqui em casa o dia do casal, na sexta a tarde a gente deixa bolinha na creche e tira essas quatro horinhas só pra gente. Há duas sextas na nossa "folga" corremos pra praia e nos aventuramos em cima da prancha. No primeiro dia foi mais difícil, tomei alguns tombos e mesmo assim foi super divertido. Na segunda vez parecia que eu já praticava há muito mais tempo.

Acho super gostoso ficar ali no mar observando a paisagem e sem pensar em coisas muito importantes, é um ótimo momento de desestressar e recarregar as baterias.

Aqui no Rio a gente aluga a prancha em Copacabana perto ao Forte de Copacabana, ali tem várias tendas que alugam a prancha e o mar costuma ser mais calmo o que facilita muito. Quem quer se aventurar eu super recomendo, nem que seja pra tomar uns tombos e rir um bocado.

 Eu cheia de intimidade com o SUP e o marido se recuperando de um tombo ao fundo.

 Levantou continua

 Descansando




Armários II

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Um tempo atrás eu vim falar de um site onde você mesmo monta o seu móvel planejado e que tinha encomendado os armários aéreos da minha cozinha. Contei nesse post aqui.

Como não conhecia a loja e apesar de ter tido uma boa experiência até o fechamento da compra, fiquei de voltar e contar do desfecho. A primeira impressão foi ótima, retiraram nossas dúvidas prontamente, mas ainda faltava o principal: entrega e qualidade.

O armário foi entregue antes do prazo dado pela loja, mas como eles não oferecem o serviço de montagem e eu estava toda atabalhoada com a volta ao trabalho demorei muito a procurar um montador. Quando comecei a procurar demorei horrores pra encontrar um, só encontrei por indicação de uma amiga. Ai veio o carnaval e só no fim de semana passado que finalmente conseguimos agendar a montagem.

Seu Aldair(montador) chegou aqui por volta das 10:30 da manhã e saiu as 14:30 com tudo montado e a cozinha toda empoeirada : / Limpei tudo rapidinho e tratei de organizar as coisas que antes decoravam a parte de cima da geladeira e do armário e já está tudo organizado.

A qualidade me parece muito boa, o montador disse que gostou de trabalhar com ele e comparando visualmente não deixa nada a desejar os das lojas físicas de planejados. Antes de fechar a compra eu vi que o material usado era o mesmo das lojas mais tradicionais desse tipo de produto.

A minha experiência com a loja foi muito bacana, eles mandavam email informando cada etapa do meu pedido. Indico muito a loja pra quem está a procura de móveis planejados sem ter que pagar os preços exorbitantes que cobram. Já estou programando a reformulação da minha área

 Antes da montagem



 Depois, tem até espaço vazio ( :

Não reparem nas compras em cima da pia

Ps: Não ganhei nada pra falar da loja. Se falo é porque gostei e acho que vale a pena indicar.

Indico o seu Aldair para quem está precisando de montador e desmontador de móveis no Rio de Janeiro.
Aldair: (21) 96871-5484/ 98345-8266

"O quê que tem na sopa da neném"

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Morena começou a introdução alimentar com 6 meses, então todo dia a gente cozinhava alguns legumes e amassava pra dar a ela. Lógico que tinha dias que a gente se enrolava e não conseguíamos estabelecer uma rotina de alimentação. O fato dela aceitar pouco também desanimava. Começou a comer melhor quando passou a ficar mais tempo na creche e se alimentar por lá, em casa tentamos seguir os horários da creche e ela na maior parte das vezes come bem, prefere as papinhas salgadas mas dependendo da fruta devora. Uma das favoritas é o abacaxi. rs

Hoje vou falar de como aqui em casa a gente se organizou pra ter sempre papinha pronta, saudável e diversificada durante a semana. Tudo começou com uma foto que vi de uma amiga no Instagram, na foto ela mostrava como congelava diversos alimentos e resolvi copiar na cara de pau. Ela preparava os alimentos e congelava em forminhas de gelo. Então aqui a gente faz assim, tira uma manhã a cada 15 dias cozinha os mix de legumes. Normalmente monto três misturas diferentes cada uma com três legumes, cozinho cada mix de legumes juntos e depois amasso com garfo e coloco na forma de gelo. Em cada cubinho cabe mais ou menos uma colher de sopa cheia. Faço o mesmo processo com as verduras, só que ao invés de amassá-las bato no liquidificador e coloco nas forminhas. Cozinho músculo e frango e desfio no processador e também porciono nas formas de gelo. Depois de congeladas, os cubinhos vão para saquinhos tipo ziploc.

Ao longo da semana é só separar os cubinhos do mix de legumes, da verdura e da carninha tentando sempre montar uma papinha diferente.Um prato normal da Morena leva 2 cubos de legumes, 1 carne/frango, 1 de verdura, um pouco de arroz e menos ainda de feijão. Refogo no alho dou mais uma amassada e tá pronto.

 Músculo desfiado, mix de legumes, frango desfiado, mix de legumes.

Congelados no ziploc


Voltando ao batente

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Seis meses passaram voando e chegou a difícil hora de voltar ao trabalho. Morena já estava matriculada na creche desde outubro, não frequentava, mas já estava matriculada. Tá grávida? Vai colocar o filho na creche? Então começa a procurar, coisa difícil conseguir vaga. A adaptação estava marcada pra começar 15 dias antes da minha volta ao trabalho, na primeira semana eu ficava com ela, então o coração não sentia tanto, mas foi só voltar a trabalhar que o coração ficou pequeno.

Felizmente pude ficar seis meses lambendo a cria, a amamentei exclusivamente e em livre demanda por todo esse tempo e ficávamos grudadinhas o dia todo. Voltei a trabalhar não somente no trabalho antigo, consegui também mais uma escola pra dar aula. Ao mesmo tempo em que fico feliz por mais uma graninha entrar e me possibilitar entrar em um curso de inglês (essa é mais uma das minhas metas do ano). Fico também angustiada e me sentindo culpada por ficar mais esse tempo longe dela. A contradição mora aqui.

A verdade é que está muito difícil a volta ao trabalho, tá complicado estabelecer uma rotina. Professor sempre trás trabalho pra casa e eu preciso ter minhas aulas programadas senão eu fico perdida. Nem preciso dizer que minhas aulas ainda estão um caos, principalmente porque esse ano me deram uma série que nunca peguei e que odeio o conteúdo. Fico total sem tesão de entrar nessas turmas. Sei que eles não tem culpa de nada e que o ônus dessa tripla jornada tem que ser todo meu. Minha meta é que até o carnaval eu consiga estabelecer uma rotina e um cronograma de preparo de aulas pra conseguir conciliar tudo.

Se eu pudesse abrir mão dos meus empregos eu abriria e só voltaria a trabalhar quando ela completasse dois anos. Só que infelizmente não posso me dar esse tempo, então tô buscando ânimo e disposição pra dar conta de tudo. Tem dias que não rola, hoje por exemplo o humor tá bem azedo e o cansaço a mil.

Vida sem refrigerante

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Nunca fui muito de fazer essas metas para o ano novo, mas nesse ano comecei diferente. Resolvi traçar algumas metas e vamos ver como vai ser. Uma delas e a única que coloquei em prática até agora foi a de tirar o refrigerante da minha vida. Eu tomava refrigerante quase todos os dias e só de ouvir o barulhinho da lata de coca cola abrindo a boca já enchia d'água. Em festas ou quando saíamos era fácil beber mais de 4 latinhas, sabia que aquilo não era legal e esse ano resolvi mudar, comecei no dia dois de janeiro e desde de então não coloco nem uma gota de refri na boca. Já fui à festas de aniversário, viajei e passei somente a água quando o lugar não oferecia opção ao refrigerante.

Fácil não é, tem dias que a vontade bate e eu penso em comprar. Como não quero colocar quase dois meses de esforço fora resisto e tento pensar em outra coisa. Voltar ao trabalho tem sido difícil porque nada é mais tentador do que cantina de escola. Um fator complicador para manter firme o projeto #vidasemrefrigerante é que eu não bebo suco de caixinha ou em lata e muitos restaurantes não fazem suco natural. Em casa eu sempre tenho suco de uva integral, suco do Bem (o único de caixa que consigo e acho que vale a pena beber) e maracujá e limão que pra mim são as frutas mais fáceis de fazer um suquinho rápido. 

O projeto tem pouco tempo e pode ser que eu caia em tentação ao longo do ano e tome uma ou outra latinha, mas a minha dependência em relação a ele já mudou. Vi que sou capaz de ficar sem e não sentir falta na maior parte do tempo. Os efeitos positivos já começaram a aparecer, marido entrou no projeto comigo e estamos os dois sem beber refrigerante e eu emagreci 2 quilos desde que parei de bebê-lo. Como não faço dieta (amamentar dá uma fome de louco!) só posso ter emagrecido por causa do projeto.


 Na viagem para a Argentina eu tomei uma overdose de suco de laranja.
 Almoço na casa da maninha ela lembrou do projeto e providenciou uma caixinha de suco do Bem pra mim.

 Recebi visitas e só tinha um maracujá e algumas rodelas de abacaxi em casa. Bati tudo no liquidificador com água e gelo e saiu um suco delícia.

 
Comemorando com limonada suíça.


O vídeo abaixo é uma campanha da prefeitura de Nova Iorque pra tentar reduzir o consumo da bebida. Achei o vídeo bem bacana.

#Morenapelomundo II

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As nossas duas últimas viagens foi para destinos inéditos para nós.

Antes de engravidar eu e minha família estávamos conversando sobre fazer uma viagem com todo mundo juntos como há tempos não fazíamos e decidimos que passaríamos o natal viajando. Depois de muito discutir, ficou decidido que iríamos para um resort. Nem pesquisamos muito, meu pai chegou com a proposta de uma pacote para 5 dias com passagens, estadia all inclusive e translado com o preço que consideramos bom e fechamos. Confesso que esse não é o meu tipo de viagem favorita, mas fiquei bem satisfeita com a experiência e acho super válido quando a ideia principal é descansar e curtir a família. O Resort fica em Imbassaí na Bahia, cerca de uma hora do aeroporto internacional de Salvador. Eu já fui à Bahia várias vezes, mas nunca tinha ido pra esse lado, por isso digo que foi um destino inédito.

Eu achei que não seria possível curtir muito por causa da Morena. Ainda bem que me enganei, ela tinha cinco meses e fomos à praia, piscina, espaço baby, restaurantes... aproveitamos bastante.

 Ela adorava ficar dentro da boia


 No restaurante indiano dentro do resort

 Não gostei mãe, tá fria.

 Minha Cinderela perdeu o sapatinho na noite de natal

Caminho pra praia

A última viagem fomos os três à Buenos Aires, foi nossa primeira vez na cidade e a primeira viagem internacional da bolinha. Normalmente eu adoro pesquisar sobre os lugares pra onde vamos, mas dessa vez não tive tempo e não bolei nenhum roteiro. Como a Morena ainda é muito pequena e precisa de um ritmo de viagem mais lento optamos por alugar um apartamento. Assim se a gente achasse que ela estava muito cansada pra sair a noite era possível preparar algo pra comer por lá mesmo.

Nosso dia começava por volta das 10h, normalmente as 17h voltávamos pro apê pra cumprir a rotininha de sono dela e saíamos pra jantar depois que ela estivesse dormindo. Assim ela ia e voltava dormindo e a gente jantava tranquilamente. Ficamos uma semana na cidade pra fazer tudo com calma e andamos muito de taxi pra fugir do calor e evitar que ela ficasse cansada mais rápido. Adoramos a experiência e foi muito mais tranquilo do que imaginava viajar pra outro país com uma bebê.

 Esperando pra jantar

 Na Praça de Mayo

 Com a Mafaldinha


 N
 Passeando com o papai


 No Lujan, Morena tava doida pra pegar no leãozinho




Essa era toda a nossa bagagem, viajando com uma bebê a gente tenta levar o mínimo de coisas possíveis. Essa mala levava a roupa de nós três. O carrinho uma amiga emprestou, ele fica bem fininho fechado e ia no banco da frente do taxi, o carrinho da Morena é ótimo, mas muito grande pra esse tipo de viagem.

#Morenapelomundo

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Antes mesmo dela nascer já tínhamos várias viagens programadas. Adoramos viajar e eu não queria de jeito nenhum deixar de fazê-lo só porque teria que levar uma bebê a tiracolo. Somos um casa de mochileiros e agora levamos a nossa pochetinha pra cima e pra baixo.

Ela não tinha nem completado seis vezes e já tinha viajado 5 vezes de avião. No início as viagens eram mais tranquilas pra casa de amigos ou parentes, as últimas duas já foram pra destinos inéditos e a última foi mais no estilo que eu e o Mendel gostamos de viajar. Todas as viagens foram uma delícia, acabamos descobrindo que ganhamos uma companheirona de aventuras. Também não poderíamos esperar nada diferente de uma bebê que foi feita em Paris.

A primeira viagem foi com três meses pra Salvador pra comemorar os três aninhos do primo Bruno, ficamos 4 dias e minha mãe foi com a gente.

 Na festa do priminho

 Com mamita

 Dando uma voltinha na praia.

 As quianças tudo

A segunda viagem foi para apresentar Morena a minha avó. Não podia demorar muito porque a velhinha já tá bem velhinha, mesmo assim com seus 95 anos pegou a Morenaa no colo e vê-las juntas me emocionou muito. Dessa vez fomos em 7 pessoas, eu fazia questão que meu pai fosse junto pra fazer uma foto das 4 gerações juntas, aí acabou que a família toda se animou e fomos passar um final de semana na terra do pão de queijo.

 Manga no pé no sítio da tia.

 Com minha vózinha

 Quatro gerações


Passeando na lagoa que dá nome à cidade.

O terceiro destino foi São Paulo, marido tinha um congresso na Colômbia e achamos que seria demais levá-la, um amigo tinha voltado de lá há pouco e não tinha tido boas experiências. Como eu não queria passar uma semana sozinha, fiz as malas e fomos passar uns dias na casa de amigos em São Paulo. Dessa vez fomos sozinhas. Como o clima da cidade é seco e muito louco, Morena voltou com algumas ziquiziras. Uma conjuntivite que ia e voltava e só teve fim no natal e com uma virose que me deixou com o coração pequeno, mas ver a alegria da filhinha da minha amiga ao brincar com a bolinha fez tudo valer a pena.

 Nem Teresa resistiu as bochechas da Morena

 Com amigos queridos

Na volta já com conjuntivite

Brincando com tia Carol que nos hospedou

Em um próximo post mostro as fotos das últimas duas viagens e conto um pouco de como foi, como as outras foram viagens para lugares inéditos tivemos alguns cuidados que gostaria de compartilhar.
 

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