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Mostrando postagens com marcador Madri - Espanha. Mostrar todas as postagens
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Álbum da viagem

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Depois da nossa viagem à Madri, voltamos cheios de fotos e muita história pra contar e não queria que essas fotos ficassem somente no computador, queria poder carregar pra mostrar aos nossos pais e amigos e poder contar um pouquinho da viagem. Resolvemos fazer um desses álbuns pela internet, eu já tinha feito uma da lua de mel, mas na época a nossa máquina era muito ruinzinha e as fotos não ficaram muito boas. dessa vez a máquina ajudava a captar melhor as imagens. Nosso álbum foi entregue semana passada dentro do prazo mesmo com a greve dos Correios.

Super indico que as pessoas façam esse tipo de registro que nem sai tão caro e é uma ótima forma de rever os momentos bacanas das nossas vidas. Tenho que providenciar um cantinho para os álbuns dessa casa.

Baixei na internet o programa digipix que é ótimo e fácil de mexer. 

 Capa












Último dia de viagem :(

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Nosso vôo era só a noite, então a gente resolveu que se fossemos comprar algo, seria no último dia de viagem (mentira, todo dia eu comprava uma coisinha ou outra) Dormimos até um pouco mais tarde, tomamos café, arrumamos as malas e fomos pra rua. Eu tinha loucura de entrar na loja do El corte Inglês que tinha pertinho do hotel , ela tem 9 andares compartimentado por gêneros. Fiquei horas, muitas horas na parte de utensílios de cozinha e já tinha virado amiguinha da atendente do quiosque da Sephora, como ele ficava no térreo eu todo dia dava uma passadinha. O Mendel que "traduzia" algumas coisas que eu não entendia já estava ficando craque em maquiagem.

A rede El Corte Inglês tem em praticamente em todos os quarteirões de Madri, sem exagero. Ela vende tudo o que você imaginar e sem parecer um shopping o que encantou o Mendel que não reclamou em nada de ficar dentro da loja. Pelo contrário, ele queria importar o estilo da loja pra cá. Almoçamos na rede Salad & Co. é uma delícia e o buffet de saladas é gigante e maravilhoso. Me sentia mega saudável comendo lá. Você paga um preço fixo e se serve a vontade, inclui saladas, bebidas, pratos quentes, sobremesas e café tudo isso por menos de 10 euros e a comida é gostosa.

De lá partimos pra um dos nossos lugares favoretios, o entorno do Palácio Real. As quartas membros dos países da península Ibérica e de países colonizados por eles entram de graça a partir das 17h. O palácio é lindo, mas não precisava entrar no palácio em si, não pode fotografar lá dentro e eu só ficava pensando em quantas pessoas morreram pra sustentar todo aquele luxo. Ficar na parte interna do pátio é o mais bonito dele.

Saímos do palácio já eram 19h e fomos nos despedir do 100 montaditos que tem ali pertinho. As 21h voltamos pro nosso hotel, pegamos as malas que estavam guardadas na recpção e seguimos para o aeroporto de Barajas, que merece um post só dele.

Na fila para entrar no palácio real.

No pátio interno do palácio, com a catedral de Almudena ao fundo.

Mendel triste, se despedindo do 100 montaditos. O montadito de chocolate é dos deuses.


O que nos restou na carteira no fim da viagem.

beijocas


5° dia

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No penúltimo dia resolvemos ir à Segóvia. Nas pesquisas que fiz antes da viagem me apaixonei pelo aqueduto que tem na cidade. Ele é impressionante e você não se cansa de tirar fotos dele de vários ângulos. Outro atrativo da cidade é poder visitar o castelo que inspirou o castelo da Cinderela.

Mais uma vez fomos no trem de alta velocidade, da estação você pega um ônibus comum e em menos de 15 minutos você vê o aqueduto e não cansa de olhar. Descemos do ônibus e fomos no centro de informações turísticas que fica logo na entrada da cidade. Pegamos nosso mapinha e seguimos pelo percurso indicado pelo guia. Tudo a pé.

Diferente de Toledo, Segóvia tem vida própria. Não passa a sensação estranha de cidade somente turística. Você vê as pessoas seguindo a sua rotina, padaria, farmácia, mercadinhos, lojinhas de coisas pra casa (fiquei um bom tempo dentro de uma). A cidade é tão gracinha e com tanta coisa bacana pra ver além das turísticas que quase perdemos o ônibus de volta a estação de trem.











O castelo fica escondido pelas árvores, mas quando você começa a andar ele vai aparecendo e você vai perdendo a respiração.

A única coisa ruim é que a gente entra pela parte de trá paras do castelo. A frente dele fica em um despenhadeiro como nos desenhos e pra vê-lo de frente tem que pegar ônibus ou carro e não tínhamos tempo pra dar a volta. Se você não for claustrofóbico, compre também o bilhete que dá acesso a torre do castelo. Cansa, mas o visual vale a pena. Para entrar no castelo você paga 4 euros e mais dois euros se você quiser subir até a torre. Só compre o bilhete para a torre se você NÃO tiver problemas com espaços apertados e com pouquíssima ventilação.

Dentro do castelo.

Foto tirada na subida para a torre do castelo.

Foto na torre com a cetedral da cidade ao fundo.

Autofoto e o castelo lá no fundo.

Beijocas




4° dia - Toledo

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No quarto dia de viagem a gente programou um day trip para Toledo. A cidade não é tudo isso que li nos guias de viagem. Então se você tem pouco tempo de viagem, dispense Toledo e procure outra viagem bate-volta.

Pegamos o trem de alta velocidade e chegamos na cidade por volta das 11h da manhã. A volta estava programada para as 18h, mas felizmente resolvemos antecipar a passagem de volta para as 17h e se tivesse vaga no trem de 16h a gente teria voltado nele. Ficamos fazendo hora em um barzinho que tinha em frente a estação.

Toledo é bonitinha, mas me deu a sensação de cidade morta. Você anda, anda, anda, sobe e desce ladeiras. Em cada esquina que dobra vê uma construção bonita de tirar o folêgo, mas falta vida. Falta o cotidiano de uma cidade. Tudo acontece fora dessa área antiguinha.

Não usamos aqueles ônibus de turismos. Não acho necessário já que a cidade não é muito grande e os pontos mais interessantes ficam relativamente próximos. Vá com disposição e caminhe bastante e se seu celular funcionar lá. Alugue bicicletas que vai ser um passeio bem bacana. Nós não conseguimos alugá-las :(

O que a gente não faz pra tirar fotos juntos?




Beijocas

3° dia de viagem

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O terceiro dia de viagem foi o dia dos museus. Escolhemos o domingo justamente porque é o dia de entrada grátis nos museus. Vale a pena ficar de olho porque não é o domingo todo não. O museu Reina Sofia tinha entrada gratuita de 10h as 14h e o museu do Prado tem entrada grátis todos os dias a partir das 18h e aos domingos a partir das 17h. Se você não quiser se preocupar com os horários da gratuidade é só desembolsar 10 euros em cada museu. Mas acredite essa economia vale muito a pena e você não deixa de curtir a atração.

Acordamos cedo e fomos andando em direção ao palácio Real e a Catedral de Almudena que só tinha visto a noite e queria ver a igreja de dia. Ela é muito bonita, fiquei encantada com ela, por dentro ela também é fantástica. De lá seguimos pro metrô e seguimos em direção ao Reina Sofia, o museu é enorme, pegue um mapinha e faça um roteiro das obras que você faz questão de visitar. Eu normalmente não tenho muita paciência pra museu, mas as obras do Picasso expostas no Reina mexeram muito comigo. O curador as organizou de forma que você sentisse parte da angústia que tomava conta dela na fase negra. Período em que ele retratou os horrores da Guerra Civil Espanhola. A primeira sala que entrei dele era uma sala sombria com pinturas cheias de sofrimentos. Sai correndo dali e fui pra sala seguinte que tem recortes de jornais e fotografias da Guerra Civil Espanhola. Depois de ficar impregnada com aquelas imagens você se depara na sala seguinte com o Guernica. Fiquei alguns minutos olhando aquele quadro gigante e me emocionei. Arrepiada e chorando eu percebi as sensações que um quadro é capaz de despertar.

Fomos praticamente expulsos do museu e de lá seguimos pra uma farmácia. Eu já não aguentava mais de dor na lombar e se continuasse daquele jeito eu ia parar no hospital. Compramos um santo aintinflamatório e fomos em um mercadinho comprar as coisas pro nosso piquenique no parque do Retiro que fica entre um museu e outro. Foi uma tarde deliciosa, comemos, descansamos, cochilamos, andamos um bocado lá dentro e fomos para o Museu do Prado que tem o título de melhor museu de Madri. Eu discordo, não gostei do museu, achei confuso e as obras expostas na sua maioria de membros da monarquia não me agradaram nem um pouco. Foi um alívio muito grande quando o Mendel falou que não estava gostando. Rapidinho eu falei que a gente podia ir embora.

Na saída do museu tem uma igreja linda que estava tendo casamento. Lógico que eu aproveitei pra bisbilhotar as noivas espanholas. Posso falar? As noivas brasileiras são muito mais bonitas e elegantes.


Catedral de Almudena

Jardim do Palácio Real


Parque do Retiro


Ainda no parque

Dentro do Palácio de Cristal tem um tobogã


Igreja bonitinha perto do Prado


Noiva espanhola. Essa já tinha casado

Essa estava indo casar. Não consegui ver mais do que isso

Beijocas



2° dia

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No nosso cronograma o sábado estava reservado para conhecer o Estádio Santigo Bernabeu, o estádio do Real Madri. Ele foi parar no roteiro por causa do marido aficcionado por futebol. Ele parecia criança, ansioso e só falava desse passeio, os outros pareciam não ter nenhuma importância. Chegamos por volta das 11h da manhã ao estadio, fomos de metrô e não tem complicação nenhuma para chegar nele.

Ficamos um tempinho parados em frente observando e comparando com estádios que conhecemos. O do Real Madri, é bonito, funcional, sem frescuras, mas o Maraca é infinitamente mais bonito. Compramos o ingresso para a visita, pagamos 16 euros cada um e lá fomos nós. A primeira constatação foi o cheiro, infelizmente o cheiro de xixi parece ser comum a todos os estádios do mundo. A primeira parada foi na vista panorâmica do campo e depois fomos seguindo as placas e conhecendo todo o lugar. Infelizmente os vestiários estavam em reforma e essa parte ficou de fora.


O manto sagrado na galeria de grandes jogadores.


Ingressos na mão e ficando craque na auto foto.



Depois de algumas horas lá dentro resolvemos almoçar em uma rua que tinha no nosso roteiro, que segundo o Mendel a estação dela ficava duas depois do estádio. Entramos no metrô e chegando no lugar eu estranhei, não parecia em nada com as descrições que eu tinha lido. Resolvemos perguntar e a pessoa começou a rir e explicou a nossa confusão. A rua que queríamos ir se chamava Fuencarral, o mesmo nome da estação que descemos. Fizemos a óbvia correlação, só que a rua ficava na estação Tribunal que por sua vez ficava a 10 minutos a pé do nosso hotel. Andamos só mais de 10 estações no sentido contrário. Viu como vale a pena pagar pelo bilhete ilimitado? Invariavelmente você vai se perder/confundir e só perder tempo.

Numa perpendicular da Fuencarral encontramos esse bar/restaurante maravilhoso! Nesse dia chegamos mortos de fome de tão perdidos que ficamos e dividimos uma salada de pato, com um marisco frito delícia e uma batata que é uma loucura que fez com que voltássemos ao bar. O mendel gostou também que ele tem uma carta grande de cervejas importadas. Cada hora ele pedia um.

Rua Fuencarral, é uma rua cheia de lojas interessantes, algumas alternativas e para as make maníacas tem Sephora, MAC e Kiko make up. Gostamos bastante desse lugar e voltamos lá mais duas vezes.

Rindo muito depois de descobrir que fomos parar no outro lado da cidade.

Pra economizar, compre o ingresso da visita sem guia. Não tem necessidade nenhuma de visitação guiada e você economiza no mínimo 8 euros por pessoa.

Beijocas

1° dia em Madri

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Gente, o meu blog tá maluco e não me deixou formatar o post direito.


100 Montaditos


Templo Debod



Jardins de Sabatini





Palácio Real




Chegamos no aeroporto as 14h. O aeroporto é imenso e com poucos funcionários, do desembarque até a imigração, não tinha ninguém. Que por sinal não me fez nenhuma pergunta, pegou meu passaporte fez um cara crachá e só. Seguimos o fluxo, pegamos nossas malas e seguimos pro metrô que tem dentro do próprio aeroporto. Em Madri não tem necessidade de pegar taxi, a malha metroviária da cidade é muito boa. Demoramos cerca de 30 minutos até o nosso hotel.


Tomamos um banho e saimos pra almoçar e bater perna. A empolgação era tanta que a gente esqueceu o nosso guia e resolvemos seguir andando pelas ruas e encontrando os pontos turísticos meio que de surpresa. O primeiro que encontramos foi o Palácio Real, ficamos ali adimirados e seguimos andando, encontramos os jardins de Sabatini, templo Debod, praça de Espanha e mais alguns que na hora não vimos que eram pontos turísticos rs. Até que resolvemos voltar ao Palácio Real porque pertinho dele tinha um 100 Montaditos. O Mendel se apaixonou por esse bar. No nosso guia eu coloquei que a gente deveria visitá-lo, mas a paixão foi tanta que fomos todos os dias nele. O bar funciona da seguinte forma. Todos os dias se você comprar uma canacona (500ml) de cerveja e mais um montadito (sanduichinho), a cerveja custaria somente 1 Euro. Precisa explicar mais? Assim ficamos conversando, andando e bebendo até 1h da manhã quando nos rendemos ao cansaço.


Dicas pra economizar:


- Compre o ticket do metrô para turistas. Você paga um valor fixo e pode usar quantas vezes quiser no período de validade dele. Compramos o bilhete que valia por cinco dias e usamos MUITO! Pagamos 19 euros em cada bilhete, sendo que cada passagem avulso custa 1 euro e 2 euros se você for para o aeroporto.


- Visite um bar 100 montaditos, você vai economizar e muito no tira gosto e na cerveja. A cerveja servida lá é a mais vendida nos outros lugares, só que não custa menos de 2,30 euros.


- Procure para almoçar restaurantes que cobram preços fixos na refeição completa, com entrada, prato principal, sobremesa, bebidas e café. Uma ótima opção é a rede Salad & Co. o almoço custava 9,95 euros e a gente comia muito bem.


- Ande bastante. Não caia na tentação de pegar o ônibus vermelhinho para turistas. Tudo é muito pertinho e se você cansar entra no metrô. Afinal você já pagou por passagens ilimitadas.



Beijocas



 

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