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Reforma da área de serviço

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A nossa área de serviço vivia em um eterno caos. Por mais que a gente tentasse organizar tinha sempre um balde com roupas a mostra, a minha estantezinha de coisas para fazer bolo vivia bagunçada e o armário depois que as portas caíram só contribuíam para o visual desleixado do ambiente. Esse espacinho da casa já estava na nossa mira faz tempo pra uma reformulação e a gente sempre adiava por vários motivos. Falta de grana, indisposição de encarar uma obra, comodismo... mas depois que a Morena nasceu e começou a engatinhar a coisa ficou inviável e resolvemos encarar.

Esse era o estado habitual de como ela ficava. Até tirei uma foto dela mais organizadinha, só que essa foto se perdeu e só sobrou essa do antes. Vai a foto caos total pra vocês terem uma noção.

 No canto esquerdo ficava a máquina de lavar roupas, escondidinha atrás do armário.

Já que a a gente ia encarar uma reforma decidimos fazer tudo que queríamos. Aquela velha história já que vai quebrar vamos encarar logo a poeirada e fazer direito. Incluímos no projeto a nossa tão sonhada lava louças que não cabia na cozinha, uma lava e saca pra poder ficar embaixo da pedra e armários que nunca são demais.


Depois de uma semana e meia de caos total, caos não só por causa da obra, mas também porque Morena ficou doente e não podia ir pra creche. Imaginem uma casa em obra e uma bebê de 1 ano doentes tudo junto e misturado, é pra enlouquecer qualquer um e no final eu já estava realmente louca. Rs

O nosso "apertamento" segue o conceito aberto/integrado. Com cozinha americana e área completamente aberta, então aproveitamos essa junção pra fazer da área uma extensão da cozinha colocando a lava louças e o cantinho do café.

A lava louças nós já imaginávamos que seria uma boa aquisição, mas nos surpreendeu muito. Ganhamos tempo e mais disposição de cozinhar. Muitas vezes a gente pedia comida por pura preguiça de arrumar tudo depois. Com uma semana de instalada já sentimos uma diferença na quantidade de fumaça que saiu do fogão.  




 O cantinho do café

Espantando o urubu morto

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Criança é uma coisa fofa, linda, risonha... mas as vezes faz umas sujeiras bem fedorentas. No quarto da Morena ao lado do trocador em uma lixeira pra jogar as fraldas sujas na hora da troca e por mais que eu troque sempre o saco da lixeira o cheiro fica, parece até que entranha.

Limpava a lixeira com veja, desinfetante e nada parecia de fato acabar com o fedor de urubu morto. Pra tentar acabar de vez com o problema eu recorri ao santo google e acabei encontrando a seguinte receita:

1 LITRO DE ÁGUA + 1/2 COPO VINAGRE DE ÁLCOOL + 1 COLHER (SOPA) DEBICARBONATO SÓDIO + 1/4 COPO DE ÁLCOOL + 1 COLHER (SOPA) DE AMACIANTE.

Dica: como o vinagre e o bicarbonato efervescem usados juntos, procure fazer a mistura num recipiente grande para depois colocar no frasco menor e na seguinte ordem:

1 - água
2 - álcool
3 - bicarbonato
4 - vinagre
5 - amaciante

Depois coloque em um borrifador e borrife em qualquer coisa que cheire mal. Segundo o site essa mistura serve pra passar no cachorro, estofados, mofo das roupas. Aqui em casa toda vez que eu troco o saco da lixeira da Morena eu borrifo um pouco da mistura e tem resolvido bastante. Já usei também pra limpar o sofá que sofreu com um vômito da Morena no estilo exorcista e ele não ficou fedendo com aquele cheiro azedo horroroso.

A receita foi retirada daqui.

Nova decoração da salinha

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Ainda não está pronta, faltam alguns objetos decorativos para a prateleira de cima e reorganizar os objetos que já existem. Encomendei umas letras em MDF para formar a palavra anjo (é assim que eu e o Mendel nos chamamos, usamos anjo ao invés do mô ou amor) vou pintá-la de amarelo e ficará na prateleira. Quero comprar também uma garrafa colorida e mais uma flor falsa tipo a gérbera amarela pra colocar também na prateleira.

Sobre os móveis da sala eu tô quase satisfeita com tudo, só tô querendo trocar o sofá por um retrátil e mais escuro. O nosso foi presente de casamento e quem senta no meio não fica confortável porque dá pra sentir a madeira, mas esse item não é prioridade na listinha de coisas para casa.

Comprei as prateleiras e os nichos na liquidação da Etna e fiz uma visita ao Saara e a Praça II para comprar coisinhas de decoração no melhor estilo Bom Bonito e Barato.

 Cachepô de plantas comprados no Saara. Os menores custaram 1,50 e os maiores 2,40. Saíram os vasinhos pretos e entrou cores. Eu adorei o efeito e o melhor gastando pouco.

 Três prateleiras de 1m juntas formaram uma grande prateleira. Compradas na Etna por 29,90 cada.

 Detalhe da minha luminária (Etna por 19,90) pendurada. Dentro eu coloquei uma vela falsa (2,00) comprada no Saara.


 Vaso alto dentro dele coloco as rolhas das garrafas de vinho, bandeja espelhada comprados na Praça II
 Mini adega climatizada que dei pro Mendel pra comemorar nossas bodas de 2 anos. Tinha que ser assim pequenininha porque esse era o único espaço que tínhamos. Capacidade para 12 garrafas e é o xodó do marido.

Potinhos coloridos trazidos da viagem à Madri, jogo de xadrez trazido da viagem à Bolívia, livros-caixas comprados no site westing.

Nossa "galeria" de arte. São postais ou objetos trazidos das nossas viagens.

Mini home office organizado

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Essa semana finalmente o mini escritório foi organizado e redecorado. Segunda levantei disposta a organizar tudo e passei boa parte do dia enfurnada no micro quartinho de empregada que virou home office. Ele sempre foi desse jeitinho desde que reformamos a casinha quando compramos. Só colocamos uma prateleira em cima da escrivania para deixar mais espaço livre sobre ela.

Como o cômodo e pequeno e pra sentar e levantar da cadeira ela sempre encostava na parede deixando uma marca preta horrorosa. Fui ao Saara (região de comércio popular no centro do Rio de Janeiro) e comprei tecido para forrar metade da parede e uma napa pra forrar a cadeira. Expulsei o marido do escritório, já que tem passado boa parte do tempo nesse cômodo. Momentos pré qualificação do doutorado é assim mesmo. E mandei ver na organização.

A cadeira como a maior parte dos móveis do escritório vieram do quarto de solteiro do Mendel, a única coisa que não veio foi o armário embutido. A estrutura da cadeira e até o estofado estavam bons, mas já sujinho. Resolvi encapar a cadeira com uma napinha que comprei no Saara.

 Sou uma cadeira velha de guerra.

Ganhei roupinha nova e fiquei feliz :)

Colando o tecido na parede. O processo é fácil, passei cola branca na parede com a ajuda de um rolinho preguei as pontinhas superiores do tecido com dois preguinho e fui alisando o tecido com uma espátula pra deixar o mais retinho possível. Depois passei cola branca por cima do tecido e esperei secar de um dia pro outro e retirei as sobras com um estilete bem afiado.

Detalhe das caveirinhas do tecido, aqui ele já estava na parede.

 Escritório arrumadinho. Nossa Senhora dos Maridos Desorganizado, protegei-me!

 O outro lado do escritório

 Quadrinho que coloquei na porta do home office

 Com a sobra do tecido forrei um quadro de cortiça que também tinha vindo do quarto de solteiro do marido e que estava largadinho. Colei o tecido sobre a cortiça e pintei a moldura. A impressora que ficava na escrivania foi para a prateleira instalada justamente pra ela. Ao lado coloquei um livro caixa e dentro dele organizei manuais de celulares e os cabos dos mesmos. Agora tudo tem seu lugar. Pra organizar e redecorar esse espacinho eu não gastei mais do que 50 reais. Com boa vontade e criatividade dá pra fazer bonito com pouco.

Organizando mais uma vez

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O mês de agosto aqui em casa foi o mês da reorganização de parte da casinha. Já estava ficando irritada com as coisas fora do lugar e o constante estado de coisas por fazer. Minha mãe se desfez dos armários suspensos da cozinha dela que realmente estavam bem ruins, um não teve salvação, foi direto pro lixo. O outro eu lixei, passei massa pra tentar deixar nivelado as partes mais deterioradas e pintei de branco. Descartei as portas porque se as colocasse não daria para guardar os tabuleiros e pra não ficar tudo exposto e pegando poeira eu pedi pra minha mãe fazer uma cortininha com tecidos que comprei no Saara, meu pai trouxe um pedaço de trilho de cortina que tinha sobrando na casa dele e prendeu o armário parede. Ou seja, uma reforma feita em família.

Se não bastasse organizar as coisas dos bolinhos também estou organizando o micro escritório. Que ganhou algum espaço. Boa parte das coisas dos bolinhos ficavam no armário dos livros. Agora tem espaço pra guardar tudo que ficava sem lugar certo. A sala também está passando por uma redecoração,pra falar a verdade a mudança está sendo nas prateleiras e nichos que foram instalados semana passada e que tinha vontade de colocar desde o casamento.

 Armário pendurado com cortininha

 Tudo organizado, só faltou lugar para a outra batedeira que ainda fica em cima da geladeira

Com o tecidinho que comprei minha mãe não só fez a cortina como também luvinha, puxa-saco, apoio pra panela e um caminho de mesa. Muito fofa né?

Depois eu venho mostrar as mudanças no escritório, as da sala vão demorar um pouquinho porque ainda faltam alguns objetos decorativos, as minhas prateleiras estão peladinhas ainda.

Pra saber dos bolinhos e cupcakes que a Granulado Chic anda fazendo é só clicar no banner na lateral direita do blog.


Meu jardinzinho

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Moro num apertamento, mas não é por falta de espaço que eu ficaria sem plantinhas em casa. A primeira coisa que se vê quando entram na minha é o "jardim" que fica em cima do buffet (é esse o nome dele?) ou seja, um móvel que fica na sala e serve pra guardar parte da louça de "festa".

As primeiras plantinhas que chegaram foram presentes da minha tia. Ela nos deu uma comigo ninguém pode, arruda, espada de São Jorge e espada de Santa Bárbara (acho que esse é o nome). Tudo pra proteger a casa que ainda estava em obra, aliás ni início dela. Eu pedia para os pedreiros molharem, mas sempre que eu vinha elas estavam cobertas de pó. Sentava no chão e começava a limpá-las, molhar, conversar e elas superaram a fase do quebra-quebra e estão até hoje aqui em casa.

Depois dessas vieram muitas dadas pela minha mãe, algumas nós compramos, outras ganhamos de presentes em datas comemorativas e algumas vieram das casas das tias do Mendel. Criou-se uma tradição de sempre saímos das casas delas com uma mudinha de planta. Eu gosto, trago pra casa algo pra cuidar e amar que veio de casa de pessoas que amo. Cada plantinha tem uma história e lembro de todas e todos os dias molho e converso com elas mesmo o Mendel me achando maluquinha ;)

Esse domingo quando fui molhar as plantinhas vi que na madrugada desabrochou uma florzinha de uma plantinha dad por minha mãe que eu não fazia ideia do que era. Pra minha surpresa, era a flor do Jorge Tadeu, eu só chamo essa flor assim, alguém sabe o nome de verdade?



Mesmo com um espaço pequeno eu tenho muitas plantinhas. Então nada de inventar desculpas, sempre dá pra colocar um verdinho em casa.




Beijocas

1,5 + 1,5 = 3,0?

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Não!

Hoje acordei com o espírito dona de casa aflorado e me joguei na faxina. Lavei banheiro, limpei a casa, troquei roupa de cama, lavei roupa, limpei cozinha e não satisfeita inventei de colocar o segundo varão de cortina no nosso quarto. A cortina de voil já estava comprada há muito tempo, só que faltava o varão. Fomos à Leroy e trouxemos duas partes de 1,5m, a janela tem 3 metros. Subi no banquinho enfiei a cortina no varão e quando fui colocar no lugar vi que não é essa conta que o fabricante faz.

Desci e com a ferramenta certa (uma faca de serra) comecei a serrar um parte do varão que é de ferro revestido de um plástico que imita madeira. Já me sentindo uma presidiária e de saco cheio parti com violência pra cima do ferro e quebrei a parte que queria. Só que eu esqueci de uma das Leis de Newtow: toda ação tem uma reação de mesma intensidade e sentido contrário. A outra parte do ferro rasgou a minha pele. Aqui estou eu cheia de dor no braço, marido se culpando porque não colocou a cortina quando pedi e felizinha com o voil no lugar. Coisas da vida de casada. Faz parte.





Não brigo mais

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Desde que casamos as únicas vezes que discutimos foi por causa da organização da casinha. Digamos que eu seja um pouco neurótica queria que tudo fosse feito como eu faço. Só que o Mendel é uma pessoa totalmente diferente de mim, além do mais cada uma faz as coisas do seu jeito. Só que eu não cheguei a essa constatação tão fácil assim.

A última briga que tivemos (acho que foi no início do ano) foi tão desgastante que eu resolvi que eu não brigo mais. Não casei pra discutir por causa da organização da casa que nos esforçamos tanto para reformar e montar. Ela tem que ser o nosso refúgio, a nossa paz e não o contrário. A partir disso a convivência que já era maravilhosa ficou ainda melhor. Tentamos manter a casa organizada, mas hoje eu não entro em parafusos se a louça da janta for lavada no dia seguinte, se não passar pano na cozinha todo dia. Então quando temos a oportunidade de ficarmos em casa, quero ficar agarrada com o Mendel.

Lógico que a casinha não fica largada as moscas, ela continua organizada e limpa, só que agora sem neuroses ou obrigações de que tem que estar perfeita. Sempre ouvi que o primeiro ano de casada era o mais complicado. Que era o período de adaptações, o nosso passou rápido e tranquilo, o único porém era essa questão que resolvi resolver relaxando. Eu casei pra amar e não pra brigar, se a gente pouco brigava namorando, não seria agora que as coisas seriam diferentes.

E vocês já se adaptaram?

Tem post novo no bloguinho novo: http://daneecake.blogspot.com/

Antes da festa. O caos.

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No sábado em que comemorei o meu aniversário estava toda feliz porque tudo estava adiantado. Era 12h e só faltava bater a abóbora no liquidificador temperar e eu poderia pintar minha unha, descansar e me arrumar tranquila.

Alegria de pobre dura pouco. Quando eu ia começar a bater a abóbora, a cuba da minha pia caiu. Minha irmã que tinha sentado pra almoçar perguntou o que era o barulho e eu não conseguia responder. Comecei a chorar descontroladamente e minha irmã saiu correndo procurando alguém que pudesse consertar, continuei no mesmo lugar chorando. Minha mãe que estava na rua com o Mendel pra alugar o que as cadeiras ligou, atendi chorando quase berrando. Ela desligou e ligou pro meu pai que saiu do trabalho e veio correndo (ele trabalha bem pertinho) e em menos de dez minutos tinha meu pai e mais um senhor que minha irmã encontro na loja de materiais de construção da minha rua tentando consertar a pia. Demorei a me controlar e começar a lavar todas as panelas, travessas e tudo mais que fica no armário em baixo da pia. O chão estava imundo de água sujeira de sapato e um pouco de abóbora que caiu no chão. Foi preciso quase duas horas pra cozinha voltar a ter alguma ordem pra eu terminar de fazer o creme de abóbora e limpar todo o chão.

No sábado o caos da minha cozinha.

Quando os primeiros convidados chegavam eu estava me maquiando e todos que chegavam eram avisados que só era permitido usar descartáveis. Nada de tulipa e ninguém podia usar a pia.

Acordei e vi que a "cola" usada pra colar a pia estava molhada, dizem que seca em 1h, fui olhar a embalagem e ela estava vencida. Volta o super pai. Tira a pia, limpa, passa nova "cola" e parece que vai. Em menos de 10 minutos parecia seca, mesmo assim esperei até o dia seguinte pra usar a pia. Tudo parecia na mais perfeita ordem até ontem a noite quando a cuba da pia caiu mais uma vez. Resolvi não me estressar e hoje pela manhã chamamos outra pessoa pra consertar a pia e espero que dessa vez ela não solte.

Hoje pela manhã, mas hoje a Zefa estava aqui pra me ajudar.

O último reduto da bagunça.

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Semana passada me revoltei com o último cômodo da casa que não estava arrumado. O escritório (antigo quarto de empregada) estava um caos desde o casamento. Eu já trouxe os meus livros e papeladas devidamente separadas. As xerox da época da faculdade trouxe separadas por disciplinas etiquetadas tudo bonitinho. Já o Mendel não se deu nem ao trabalho de separar. A mãe dele cansada de esperar a boa vontade do Mendel encaixotou tudo e mandou e até semana passada estava tudo do mesmo jeito, exceto os livros que ele empilhou de qualquer maneira. Eu me fazia de cega e tentava ignorar. Só que agora eu passo muito tempo em casa e estava impossível conviver com aquela zona. Pra vocês terem noção do tamanho da zona encontrei anotações para a dissertação do mestrado feitas em um guardanapo (que foi defendido em 2009) e muitas outras para o doutorado que estavam jogadas.

Joguei fora um monte de papel que eu sabia que não tinha utilidade, organizei os livros por assunto, organizei as xerox do Mendel, arrumei os livros didáticos, as minhas revistas de noiva (não tenho coragem de jogar fora), enfim está tudo organizadinho. Sobrou pro Mendel organizar somente aquilo que não sabia se era importante. Anotações soltas, provas dos alunos dele. Dei a ele uma semana de prazo pra jogar fora o que não serve e organizar o que serve senão vai tudo pro lixo sem pena. O prazo termina amanhã e segundo ele, hoje ele começa a separar. Pode até parecer autoritário e ditatorial, mas ele teve um ano pra arrumar e paciência tem limites.

Me enfiei com vontade e depois de uma tarde inteira de muito trabalho consegui dar uma cara nova e o que parecia sem espaço agora tem até lugar para novos livros. Quando minha mãe viu achou que ficou lindo e a Zefa que não entrava lá pra limpar disse que ficou bonito e que agora ela pode tirar pó e varrer. Fiquei com dor nas costas e ombro por dois dias, mas tão feliz de olhar e saber onde está cada coisa, livro. Agora só falta coragem pra catalogar tudo, pra isso vou contar com a ajuda de amigos que estão acostumados e dizem ser fácil e rápido. Só quero ver.


A zona da estante.

A zona do armário.

O armário depois, limpo, arrumado e organizado. As portas desse armário são de vidro pra facilitar a visualização dos livros, nós mandamos fazer sob medida antes de casar.

Tudo organizado.

A estante depois.

Beijocas

A nossa casinha completa um aninho!

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Olá pessoal,

Post muito grande!

Eu estava doida para abril chegar. Ano passado, no dia 5 de abril nós assinávamos a escritura da nossa querida maloca. Muitas coisas aconteceram, uma boas, outras ruins e outras maravilhosas! Já me vi chorando sozinha no apartamento não acreditando na transformação que ele sofreu. Já repeti diversas vezes para o Mendel "nós conseguimos!". É uma sensação maravilhosa, ela é fruto de muito suor, lágrimas, trabalho, noites sem dormir, enfim deu um baita trabalhão, mas hoje ela está praticamente pronta.

Na primeira fase da obra devido a finalização do mestrado do noivo, eu acabei me sobrecarregando na obra. A Leroy Merlin era a minha segunda casa, carregava peso, acertava as coisas com os pedreiros, enfim fazia tudo. O noivo me acompanhava nos fins de semana e era sempre uma diversão. Nunca esquecerei como coube no valente do Uno, uma porta de 80 cm de largura mais um monte de canos entre outras coisas. Um sacrifício para transportar e quando chegamos na porta do prédio eu lembrei que havia esquecido a chave na casa da minha mãe e o noivo ao invés de brigar, foi buscar na boa (é por isso que eu o amo).

Amor conseguimos! Hoje tenho certeza que somos capazes de tudo, basta estarmos juntos (pode parecer brega), mas ao seu lado me sinto invencível.

Nossa casa está como sonhamos? Eu digo que não, mas ela é fruto do melhor que a gente pode fazer, em algumas coisas erramos por pura falta de experiência em outras foi por pura falta de verba. Fazer o que? Nada é perfeito, mas ela me faz imensamente FELIZ!

Agora depois de falar um bocado, seguem algumas fotos do antes e depois, com comentários.



Cozinha antes. Ecath!

Cozinha depois, essa bancada será a nossa mesa. A única coisa que me incomoda na cozinha é a mangueira do gás, ninguém me falou que eu podia mexer na saída do gás.

Lavabo, não deu pra tirar a foto do antes, quando eu cheguei ele já estava quebrado.

Banheiro, quase não deu pra tirar foto do antes.


Banheiro depois.

Outro ângulo do banheiro

Sala antes, sim eles picharam a porta.

Sala depois. Vanessa olha o rack lá atrás. Essa foto foi tirada da cozinha pra sala.

Nosso quarto, ele é tão grande que não dá pra tirar foto do cômodo todo.
 

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