No início do ano postei aqui algumas resoluções para 2011. Semana passada o primeiro deles falhou. É tão ruim quando isso acontece. A gente faz planos, imagina um monte de coisas e quando não dá certo a frustração é inevitável.
Uma das minhas metas para esse ano era me reaproximar da Geografia, já que, desde 2009 eu estou muito mais próxima da educação inclusiva. Para isso resolvi tentar uma vaga de mestrado na Geografia da USP. O processo seletivo tem duas etapas. Uma é a prova de línguas e a outra uma entrevista com o professor(a) com o qual você quer estudar. Passei na prova de línguas e semana passada seria a entrevista, na entrevista a professora já dizia se ela tinha ou não selecionado o seu projeto de pesquisa. Se ela já tinha selecionado os projetos antecipadamente. Por que a entrevista?
Fiquei triste, chorei pra caramba, me isolei e até hoje se começo a falar choro. Algumas pessoas falaram que era bobeira que ano vem eu poderia tentar mais uma vez. Eu não quero, ano que vem eu já tenho outros planos. Não tenho a intenção de ficar emperrada em um único projeto. Pode ser que depois que a mágoa passar eu mude de ideia, nada me impede (além da minha teimosia), mas agora não.
Pensei muito sobre publicar isso no blog, mas conversando com a minha irmã ela me lembrou das palavras do nosso pai que sempre nos disse que temos que fazer a nossa parte e tentar não nos preocupar com o que não depende de nós. A minha parte eu fiz. Ninguém pode dizer o contrário, mas infelizmente nem tudo depende de mim.
Beijocas

