00:40 do dia 16 de julho ela nasceu. Veio direto pros meus braços, eu dei colo a ela e ela me deu uma nova vida. #1anoMorena
Como o tempo passa rápido, acordei nostálgica, emotiva e muito agradecida por ser mãe da minha bolinha.
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Stand up paddle
Sempre que eu ia à praia eu via o pessoal fazendo e achava lindo. Ficava imaginando o como seria legal fazer aquele negócio. Só que eu sou uma total desajeitada pra essas coisas e uma surfista frustrada. Quando morei em Salvador tentei aprender a surfar, mas depois de tanto caldo desisti.
Até que compartilhei com o Mendel a vontade de fazer e ele se animou. Instituímos aqui em casa o dia do casal, na sexta a tarde a gente deixa bolinha na creche e tira essas quatro horinhas só pra gente. Há duas sextas na nossa "folga" corremos pra praia e nos aventuramos em cima da prancha. No primeiro dia foi mais difícil, tomei alguns tombos e mesmo assim foi super divertido. Na segunda vez parecia que eu já praticava há muito mais tempo.
Acho super gostoso ficar ali no mar observando a paisagem e sem pensar em coisas muito importantes, é um ótimo momento de desestressar e recarregar as baterias.
Aqui no Rio a gente aluga a prancha em Copacabana perto ao Forte de Copacabana, ali tem várias tendas que alugam a prancha e o mar costuma ser mais calmo o que facilita muito. Quem quer se aventurar eu super recomendo, nem que seja pra tomar uns tombos e rir um bocado.
Até que compartilhei com o Mendel a vontade de fazer e ele se animou. Instituímos aqui em casa o dia do casal, na sexta a tarde a gente deixa bolinha na creche e tira essas quatro horinhas só pra gente. Há duas sextas na nossa "folga" corremos pra praia e nos aventuramos em cima da prancha. No primeiro dia foi mais difícil, tomei alguns tombos e mesmo assim foi super divertido. Na segunda vez parecia que eu já praticava há muito mais tempo.
Acho super gostoso ficar ali no mar observando a paisagem e sem pensar em coisas muito importantes, é um ótimo momento de desestressar e recarregar as baterias.
Aqui no Rio a gente aluga a prancha em Copacabana perto ao Forte de Copacabana, ali tem várias tendas que alugam a prancha e o mar costuma ser mais calmo o que facilita muito. Quem quer se aventurar eu super recomendo, nem que seja pra tomar uns tombos e rir um bocado.
Eu cheia de intimidade com o SUP e o marido se recuperando de um tombo ao fundo.
Levantou continua
Descansando

A solidão da maternidade
Sim, solidão. A gente passa o dia inteiro agarrada na cria, sentindo aquele cheirinho e amando até não poder mais, mas ao mesmo tempo fui acometida por uma solidão dolorosa.
Essa semana minha amiga publicou um texto no Minha Mãe Que Disse e esse trecho explicou muito bem o que eu venho sentindo.
"Ao contrário do que podem dar a entender as frases feitas e as propagandas de fralda ou de margarina, tornar-se mãe inclui um processo de reestruturação emocional e redefinição de nossa identidade nem sempre confortável."
A verdade é que o parto da mãe é muito mais demorado e "sofrido" do que parir um filho naturalmente. Morena nasceu há três meses e eu ainda estou tentando descobrir quem eu me tornei, a mãe que quero ser. O processo todo é doloroso e solitário, e na verdade tem que ser mesmo, não doloroso, mas solitário. É um auto descobrimento, uma reformulação que muitas vezes exige reclusão. Não digo reclusão de ficar em casa trancada, digo reclusão consigo mesmo. Hora de olhar pra dentro de refletir de se enxergar e muitas vezes pessoas próximas a você mais vão atrapalhar do que ajudar. Não são capazes de perceber o tamanho da mudança que uma pessoinha que chegou com menos do que 50 cm é capaz de fazer.
Tenho tomado alfinetadas que tem me magoado, ferido e me feito virar uma concha. Tornando tudo ainda mais doloroso. Antes da Morena nascer eu já teria mandado à merda, mas agora piso em ovos e sinceramente, não levo o menor jeito pra isso. Fico afastada tentando não entrar em conflito.
Esse post é mais um desabafo do que qualquer coisa. Talvez também sirva de alerta se você tem uma amiga, mulher recém parida e está um pouco diferente tente entender e por favor seja MUITO paciente. A variação hormonal e todas as mudanças que chegam junto com a bolinha com nariz de pipoca (Cantamos pra Morena: Morena bolota nariz de pipoca rsrsr) piram um pouco a cabeça.

Do fundo do baú
Umas duas semanas atrás minha mãe me disse que tinha guardado ainda o vestidinho que usei no meu batizado, na mesma hora eu disse que queria ele pra Morena usá-lo. Fui à casa dela e pedi pra ver o vestidinho, ela não tem só ele guardado, ela tem quatro vestidinhos e alguns foram usados por minha irmã e por mim. Tem um que ela mesma costurou, não só costurou como foi o primeiro vestidinho que fez pra minha irmã e que depois eu herdei.
Fiquei olhando aqueles vestidinhos cheios de história, manchadinhos pelo tempo e imaginando a minha Moreninha dentro deles. Minha mãe ficou responsável por lavá-los, tirar as manchas e trocar as fitinhas de cetim que estão feinhas por causa do tempo.
O vestidinho branquinho menos manchado foi o que eu usei no meu batizado e o amarelinho foi o primeiro vestidinho feito por minha mãe pra minha irmã. Agora ela disse que vai fazer um pra Morena e lógico que vou cobrar.
Eu com meus avós/padrinhos no meu batizado
Os santinhos são por causa dessa história:
Quando meus avós maternos batizavam uma criança, eles diziam ser apenas um "instrumento" e escolhiam um casal de santos para apadrinhar tal criança. O casal que escolheram pra mim foi São Sebastião e Nossa Senhora de Lourdes.
27 anos depois me casei na igreja de São Sebastião que tem uma gruta em homenagem a Nossa Senhora de Lourdes (não sabia dessa história quando escolhi a igreja).Meus avós escolheram muito bem e mesmo de longe continuam me protegendo, guiando e abençoando.


O dia delas.
Ontem foi dia das mães e pra comemorar esse ano a gente resolveu fazer algo diferente. Normalmente eu e o Mendel juntamos nossas famílias que se dão muito bem e fazemos uma comemoração conjunta. Mas minha mãe esse ano já passou por duas internações longas e tem uma rotina de consultas médicas bem pesada, tem semana que ela vai ao médico todos os dias da semana. Por tudo isso eu achei que ele tinha que ter um dia de muito mimo só dela com direito a passeio e chamego das filhotas. A sogra entendeu e não ficou chateada de eu ter "roubado" o filho dela no seu dia também. Comemoramos com a sogra no sábado a noite que já era dia das mães no Japão.
Com a sogra fomos jantar no restaurante do Museu de Arte Contemporânea em Niterói, eu adoro esse restaurante tem uma vista linda e a sogra nunca tinha ido.
Tirar essa foto foi um sufoco. O sogro não parava quieto.
No domingo pegamos minha mãe, irmã e cunhado e rumamos em direção à Penedo, um distrito de Itatiaia que fica cerca de 180 km da capital carioca. Penedo é famosa por ser a cidade do papai noel, um pedacinho da Finlândia no Brasil. Desconfio que a Finlândia é bem diferente de Penedo, mas a cidade não deixa de ser uma gracinha e minha mãe amou o passeio. Chegamos por volta das 10h, passeamos, tiramos muitas fotos, entramos e saímos de várias lojinhas de decoração e almoçamos num dos restaurantes em frente a mini Finlândia. Voltamos por volta das 15h com uma mamita feliz e emocionada com o dia que demos a ela.
Com todos os filhotes em baixo da asa, afinal ela trata esses genros como filhos, trata tão bem que as vezes rola um ciuminho por parte das filhas. hahhahahahahah

Momento que o dinheiro não paga
Ontem recebi da minha mãe o livro de receitas que foi da minha avó materna. Fiquei toda emocionada. O caderno é todo escrito com a letrinha dela e em algumas páginas ela deixava recadinhos. Tem um pra minha mãe. Uma verdadeira relíquia.
beijocas
beijocas

Parabéns!
Que eu continue sendo abençoada por vocês dois. Obrigada!
Beijocas

"Como nossos pais"
Olá pessoal,
Depois que casei comecei a perceber como sou parecida com meus pais, em relação a organização da casa sou muito parecida com a minha mãe, só que um pouquinho menos neurótica.
Tem horas que me seguro pra não ficar fazendo tudo igualzinho a ela. Ainda mais as coisas que sempre criticava. As vezes fico me controlando pra relaxar um pouco em relação a casa, deixar a louça um pouquinho na pia, mas confesso que só consigo deixar um pouquinho ;D
Essas semelhanças ficaram mais visíveis pós casamento, acho que por causa da falta da convivência cotidiana acabo enxergando essas semelhanças e algumas me assustam. Claro que não são somente os comportamentos que considero ruins que "herdei", herdei muita coisa boa da mamãe e uma delas é gostar da casa cheia e fazer comida pra todo mundo e tem que comer de verdade, nada de ficar comendo pouquinho.
Tô falando isso porque a ideia de ter um remelentinho(a) já está em pauta nos nossos planos e não sei como educar e como os fihos de certa forma são reflexos dos seus pais, eu não quero ficar repetindo os mesmos erros e eles se perpetuarem. Tenho inúmeras teorias e até já critiquei a forma como algumas mães criam seus filhos. Até que comecei a ler blogs de mamães e vi que muitas delas o cuspe caiu na cara, depois disso parei de criticar, vai que comigo acontece o mesmo. Eu e o Mendel conversamos bastante sobre as nossas teorias de como educar um filho, divergimos em algumas e na maioria nos aproximamos de outras (pelo menos na teoria). A encomenda de um rebento ainda está longe. Se não engravidamos no susto, agora vamos planejar. Não é nada pra esse ano, mas já discutimos sobre isso. Pelo visto vou morrer afogada. Vocês já pensam nisso, ou preferem ver como vai ser na prática?
Beijocas

O estigma do nome diferente.
Olá pessoal,
Tem um tempinho que quero falar sobre o meu nome. Me chamo Danee, não é apelido de Daniela ou Daniele. Tem pessoas que me conhecem há um tempinho e ficam surpresas ao descobrir que esse é o meu nome e não apelido. Uma vez na faculdade uma menina que me conhecia mas não tinha muita intimidade ficou chateada e veio reclamar comigo que estava me chamando e eu nem olhei. Alô, ela estava chamando por Daniela e esse não é o meu nome.
Deixa eu contar a história do meu nome. Minha mãe quando engravidou de mim cismou que seria um menino e que se chamaria Daniel. Nasceu essa menina linda e não poderia ser Daniela nem Daniele, tenho primas com esse nome (ainda bem! Não gosto desse nome). Papi, meio chapado (eles estavam em um churrasco quando a bolsa rompeu, meu pai não teve nem condições de levá-la ao hospital. Abafa!) pegou um papel e começou a fazer variações a partir do nome Daniel e saiu Danee que se pronuncia como se fosse Daní, com í acentuado.
Adoro o meu nome, mas confesso que já tive todos os apelidos possíveis: Danete, Danone, danificadora, dane-se e por aí vai. Tem algumas histórias engraçadas também, quando fui para o antigo CA as meninas tinham crachá com os nomes escritos na cor rosa e os meninos na cor azul. Adivinha qual era a cor que o meu nome estava escrito? Azul, claro! Quando conversava naquelas salas de bate papo da UOL (tô velha!) sempre perguntavam se eu era menina ou menino. Quando entrei na faculdade e depois que virei amiga do Mendel ele me confessou que quando olhou os nomes dos aprovados falou que o nome desse moleque é estranhão - o "moleque" era eu. Nas salas de espera sempre gaguejam ao falar meu nome. Uma vez apresentando um trabalho com o meu orientador e tendo como ouvintes alguns amigos e depois do Márcio(orientador) falar três vezes o meu nome errado todos falaram em coro o meu nome certo. Morri de rir. Essas são apenas algumas histórias sobre o meu nome.
Sempre que as pessoas me conhecem e conhecem o nome do meu marido sempre brincam que temos nomes diferentes e não sei se tem alguma relação, mas não consigo pensar em nenhum nome comum para os meus futuros filhos. É tão bom eu ser a única Danee da lista de chamadas e segundo a moça que fez o meu título de eleitor eu era a única no Brasil. Adorei!
Beijocas

A família que herdei.
Olá pessoal,
Dizem que quando casamos, casamos também com a família do nosso cônjuge. A família do Mendel é muito bacana. Passada a fase do ciúme me receberam de braços abertos. Nunca vou esquecer os gestos e as palavras dos meus sogros na hora dos cumprimentos. Eles abriram os braços e chorando disseram que me recebiam como filha. É exatamente assim que me sinto acolhida.
Eu e meus sogros no meu aniversário em 2007.
Todos os membros da família que herdei já tinham me adotado há muito tempo. Vanessa minha prima-amiga confidente, os primos Paulinho e Ingrid nossos dindos, as tias que muuuuito me ajudaram na reforma e arrumação da casinha. Tia Rosi salvou as janelas!

Felipe, Cassiane (cunhada), Vanessa, Paulinho e Mendel.

Tia Rosi, Mamãe e sogrinha mandando ver na faxina.
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Família Oliveira, tive quase que brigar pra juntar todo mundo na foto. São tímidos. Quase não temos fotos da sogrinha no casório. Ela fugia.
Os avós são os meus xodós. Como eu sou carente de avós, só tenho uma que mora longe. Demorei a chamá-los de avós, mas se hoje eu chamá-los pelo nome eles se ofendem. Cada um tem uma história de vida, passaram por situações difíceis e com muito trabalho conseguiram criar seus filhos. O vó Aristides passou mal na nossa cerimônia de casamento, ele não imaginava que um dia poderia assistir ao casamento do neto com seus 89 aninhos! Foi à festa somente para tirar a foto conosco. Ficaria muito triste se essa foto não tivesse sido tirada.
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Vô Chico, vó Bibi, eu, Mendel, vó Valdete e vô Aristides
Vô Chico - Avô materno, cheio de histórias da época em que era caminhoneiro. Quanto mais ele gosta de você mais você sofre na hora de cumprimentá-lo. O abraço dele é um tanto caloroso.
Vó Bibi - Avó materna, nos deixa loucos com a sua mania de mudar os móveis de lugar e trocar de eletrodomésticos com uma frequência grande!
Vô Aristides - Avó paterno, compra laranjas pra gente e quando os visitamos somos entupidos de vitamina C. Se a gente não aceita ele se ofende. Também cheio de histórias, mas as dele são do período da época em que ele lutou na II Guerra Mundial. Não são todas histórias tristes não. Tem uma linda história de amor. A história do soldado Carlos Cruz. Ainda conto ela aqui.
Vó Valdete - Essa tem mania de se mudar de casa, deixa o vó Aristides louco com isso. Ela faz as suas próprias roupas, inclusive as íntimas. Começou a fazer a roupa que usaria no casório no início de 2009 e por causa da mudança que fez na véspera do casamento perdeu a roupa e teve que ir com outra.

Mendel, eu, vó Aristides e vó Valdete no nosso apartamento antes da obra.
Escuto tantas pessoas falando mal das famílias dos seus companheiros. Acho tudo muito estranho. Temos defeitos? Sim! Todo mundo tem, a diferença é que nos respeitamos e nos amamos. Sou muito feliz por fazer parte das famílias Oliveira e Aleluia. Que bom que casei com todos vocês.
Beijocas

Crescendo e aprendendo.
Olá pessoal,
Como a gente é inocente quando criança né? Eu lembro bem quando eu falava que com 18 anos eu moraria com uma colega e já seria dona do meu nariz (rindo muito). Bem isso é pra lembrar de um diálogo que sempre se repetia nos dias de faxina na casa da minha mãe quando eu era criança/adolescente.
Eu: Não quero fazer isso, não gosto.
Mãe: Tem que fazer, porque um dia você vai ter a sua casa e vai ter que cuidar dela.
Eu: Vou casar com um homem rico e terei empregada.
Mãe: Mesmo assim, você tem que saber fazer pra ensinar a sua empregada como você gosta das coisas arrumadas.
Tolinha eu. Casar com um homem rico eu até poderia, mas provavelmente eu não conseguiria ficar sem trabalhar, sem ganhar o meu próprio dinheiro. Isso me faz lembrar um outro diálogo que tive com uma vendedora em um shopping.
Vendedora: Quer ver uma bolsa? Leva a bolsa é linda!
Eu: Não, o marido vai reclamar.
Vendedora: Parcela que ele nem vai perceber.
Eu: Não quem paga sou eu, ele vai reclamar de falta de espaço.
Esses eventos me fazem refletir sobre uma série de conceitos que vão sendo colocados nas nossas cabecinhas ao longo dos anos. Do tipo "o homem é o provedor", "meu marido tem que me bancar, o meu dinheiro é só pra mim" (essa eu já ouvi de amiga). Não consigo entender. Se eu casei, foi pra constituir uma família e as responsabilidades para manter essa família serão nossas. Tenho o maior orgulho de dividir as contas com o Mendel de ver a nossa casinha tomando forma e a cada dia a nossa recém família se fortalecendo.
Minha mãe me criou pra ser independente. Sempre falou que a gente teria que estudar pra ter nosso dinheiro e não depender de ninguém financeiramente. Hoje agradeço muito a minha mãe por me educar assim. Cuido muito bem da nossa casinha, claro que agora eu pedi arrego e peguei emprestada da minha mãe a ajudante dela. Tenho uma ajudante uma vez por semana, agora eu não preciso mais fazer faxina na nossa casinha, mas todo o resto eu faço. Confesso que acho bem difícil orientar alguém quanto a organização da nossa casinha.
Todo esse papo é pra mostrar o quanto é difícil criar um filho, lá em casa a gente sempre teve empregada e mesmo assim minha mãe nos ensinou a fazer de tudo e nunca nos deixou ficar "folgadas" recebendo tudo na mão. Hoje eu enxergo como aquelas horas chatas de educação para o lar foram importantes pra mim. O Mendel é que agradece, ele me acha uma cozinheira acima dos padrões humanos. Sempre aplaude a minha comida e eu fico toda boba!
Beijocas

O terror da lista de convidados.
Olá meninas,
Ai ai, eu estava toda feliz com a minha lista de convidados, mas (sempre tem um mas) minha mãe cismou que tem que convidar uns parentes que ela jura que eu conheço, que me viram nascer e que eu aposto que não sabem nem o meu nome, já que muitos desse grupo me chama de Danone quando me encontram (nas raras vezes) não sei o nomes deles. Enfim, veio mamy com uma singela lista de 31 pessoas!!!!! Bati o pé, reclamei, conversei e o que ficou foi um clima pesado entre nós duas. Mas como a família do meu pai é toda de Minas e eu acredito que muita gente não vai poder vir, acho que vai dar uma compensada. Ainda não engoli, mas estou um pouco mais conformada, o que eu não vou fazer é deixar de convidar meus amigos por causa dessa "listinha" que minha mãe tanto faz questão de convidar.
Claro que eu concordo que a festa do casamento não envolve somente os noivos e que os pais ficam felizes e por isso queiram dividir esse momentos com seus amigos também, mas 31 é demais.
Beijocas

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