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Malinha da maternidade

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Existe coisa mais fofa e gostosa do que roupinha de bebê lavadinha? NÃO!!!! Vira e mexe eu pego no quarto da Morena (que ainda não está todo pronto, quando estiver eu mostro) fico namorando as roupinhas e sentindo o cheirinho imaginando a minha pequena dentro delas.

No fim de semana passado resolvi que já era hora de deixar tudo dela arrumado. Quando digo tudo, eu me refiro as roupinhas, mantinhas e fraldas descartáveis e de pano. Separei 6 conjuntos contendo 1 body, 1 macacão, 1 cueiro, 1 par de meias e um laçarote. Cada conjunto ficou em um saquinho ziploc etiquetado com a ordem que cada um será usado.

As fraldas de pano estou levando pra colocar nas visitas que pegarão Morena no colo pra não ter contato com a roupa de quem veio da rua. É uma frescurinha que eu nunca tinha pensado, até conversar com amigas que forma mães e falaram que usaram e pra mim fez sentido já que ela ainda não terá tomado nenhuma vacina. Fraldas descartáveis eu tô levando um pacote para recém nascido. Na malinha não vai nenhum produto de higiene pra ela, já que a maternidade dá uma cesta com esses produtinhos vou aproveitar e   usá-los.



 Roupinhas separadas

A "malinha" dela na verdade é uma bolsa que minha mãe me deu da Natura que vem cheia de produtinhos para o bebê e deveria ser usada pra carregar as coisas dela no dia a dia. Só que ela é enorme para carregar como bolsa diária e como eu acho besteira comprar uma mala só pra isso resolvi dar um novo uso pra ela. Será a mala de viagens pra poucos dias.
  


Com tudo dentro da malinha ;)

Com uma tag que sobrou do chá da Morena, resolvi fazer uma etiquetinha pra identificar a malinha dela.

Pra ficar tudo pronto só falta arrumar as minhas coisas e as do Mendel e as lembrancinhas da maternidade que já estão sendo finalizadas. Tá chegando!!! 

8º Mês

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Nesse mês a falta de ar continua firme e forte e pra fazer companhia a ela o inchaço veio com tudo. Ando tão inchada que no domingo eu não tinha tornozelos. Até chegou a me preocupar e mandei uma mensagem pra minha médica que me tranquilizou e disse ser super normal nessa reta final.

O quarto da Morena já está quase todo pronto, só falta instalar a tela de proteção e o meu cunhado terminar de fazer a pintura artística. Ansiosa mode on! As roupinhas e todo o enxoval estão lavadinhos, as muitas fraldas (foram mais de 2.000!!!) ganhas estão todas guardadinhas e organizadas por tamanho. Falta arrumar a malinha da maternidade e isso será feito até semana que vem :)

A maior parte das roupinhas e roupas de cama foram lavadas pela minha mãe e a Zefa que trabalha pra ela, mas eu fiz questão de lavar algumas. Essas na foto são as roupinhas a partir de 3 meses que lavei ontem, não foi trabalho nenhum. Pelo contrário, cada peça que lavava lembrava quem tinha dado e imaginava quanto carinho já estava impregnado nessas roupinhas. Acho que só mãe é capaz de se emocionar lavando roupas. MãeÉTudoBoba!


Trabalho X Gravidez

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Não sei como é trabalhar no fim da gravidez em outras profissões. Sou professora e confesso que na segunda a noite eu já começo a sofrer pela terça. Na terça eu dou 10 tempos de aulas seguidos com um intervalo para o almoço. Vou me arrastando, desanimada e cansada, porém eu gosto tanto do que faço que o dia vai passando e eu nem "sinto" que as aulas foram passando. Quando chega no final do dia agradeço e volto pra casa com uma sensação boa de dever cumprido e com as energias renovadas pra dar aulas nos outros dias da semana.

Claro que chego em casa e não sou ninguém, não tenho energia nem pra fazer o jantar. Se não tiver nada pronto, eu peço pra entregar e na quarta eu mal saio do sofá. Na quinta e no sábado tudo recomeça e já conto os dias pra entrar de licença.

Ao mesmo tempo que o cansaço bate e desanima o carinho dos alunos me deixa com uma pontinha de tristeza de ter que deixá-los no meio do ano letivo. Acho que é por isso que eu não peço uma folguinha pra minha médica. Eles entendem a falta de ar e as explicações pausadas pra respirar, passam a mão na barriga e me enchem de água. É um carinho que faz valer a pena sair da cama e ficar 10 horas em pé. Meus alunos já estão fazendo um bolão pra ver quem adivinha quando ela nasce. Morro de rir!

O meu trabalho me enche de prazer e mesmo assim é difícil sair de casa, imagino quem não ama o que faz como deve ser no finzinho da gravidez onde tudo cansa o triplo. Ser "obrigada" a trabalhar até quase o parto é cruel com as mulheres grávidas, se a gente pede a licença com muita antecedência a gente perde tempo com o bebê e ter que fazer essa escolha dói. Aliás deve ser a primeira das escolhas dolorosas que nós faremos na maternidade.
 

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